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num canto empoeirado de meus olhos,
capturo o vulto de um inseto.
focalizo.
desfaz-se a mancha e o que aparece é o número da página.
- um meia nove: que delícia! -
e volto a embaçar a vista.

3 comentários:

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

...traigo
ecos
de
la
tarde
callada
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


COMPARTIENDO ILUSION
ALINE

CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...




ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE TITANIC SIÉNTEME DE CRIADAS Y SEÑORAS, FLOR DE PASCUA ENEMIGOS PUBLICOS HÁLITO DESAYUNO CON DIAMANTES TIFÓN PULP FICTION, ESTALLIDO MAMMA MIA,JEAN EYRE , TOQUE DE CANELA, STAR WARS,

José
Ramón...

VerMent* disse...

Eita, Aline. Sempre me surpreendendo ao dizer coisas tão alcançáveis/inalcançáveis..."desempoeirar os olhos", que coisa linda...

Anderson Lopes disse...

Puts Greullis de novo, Aline! he he
É um prazer ler os teus instantes poéticos.

O Puts Greullis fala de uma amiga minha

Um abração